Jordan x Argentina: a despedida histórica encara o segundo time campeão
E aí, galera de paz! Senta na grama comigo que tem jogo pra curtir: Jordânia x Argentina, dia 27 de junho de 2026, às 23:00 BRT, em Arlington, lá pelos lados de Dallas. É o terceiro round do Grupo J, mas com um detalhe zen na história: a Argentina já carimbou o primeiro lugar e a Jordânia já deu adeus à fase de mata-mata. Ou seja, ninguém está jogando por pontos — e mesmo assim tem muita coisa boa rolando aqui.
A Argentina manda o segundão (e que segundão)
O Scaloni já avisou sem rodeio: Messi vai pro banco. Confirmou o homem em pessoa, com aquele "muy probable" de entrar no segundo tempo. O alvo de verdade é o jogo das oitavas, dia 3 de julho em Miami, então ele vai poupar a tropa pesada. Sai o de sempre, entra o elenco — só o Dibu Martínez deve seguir de titular dos habituais.
Mas calma, não é time de moleque. A escalação rodada traz Otamendi, Senesi, Tagliafico voltando do problema no sóleo, Paredes, Palacios, Lo Celso, Giuliano Simeone e Julián Álvarez. Tem ainda a dúvida deliciosa lá na frente: Nico Paz ou Lautaro. O Cuti Romero fica de fora se recuperando de uma pancada no joelho — sem lesão de ligamento, mirando o mata-mata. É gente da elite europeia mesmo, só que sem aquela gravidade central do camisa 10.
Jordânia: despedida com orgulho, não com ônibus estacionado
O Jamal Sellami foi poético: quer "uma partida para a história", uma marca que eternize a primeira Copa do país. Nada de time B desanimado. A leitura é de um 5-4-1 / 5-2-3 compacto, bloco baixo e bola rápida pro Mousa Al-Taamari — o tal "Messi jordaniano" — e pro Ali Olwan, autor do primeiro gol jordaniano em Copas.
O problema é que o ataque chegou capenga. Yazan Al-Naimat ficou fora com lesão de ligamento cruzado, e ele era o elo central de referência. Adham Al-Quraishi (lateral) e Ibrahim Sabra também caíram. Isso deixa a Jordânia mais dependente de arranque individual do que de jogada construída lá na frente.
O que os jogos recentes contaram
A Jordânia perdeu as duas na Copa, mas sem vexame: saiu na frente contra a Argélia (1 a 2) e segurou bem a Áustria até a bola parada e o caos na área cobrarem o preço (3 a 1, com VAR esticando o placar no fim). O padrão é claro — boas fases, depois sofrimento em pressão prolongada e escanteios.
A Argentina venceu Argélia (3 a 0) e Áustria (2 a 0), sem sofrer gol, mas com um detalhe que pesa agora: todos os gols do grupo saíram dos pés do Messi. Sem ele de início, o teto cai um pouco. Vale lembrar o ensaio contra Honduras (2 a 0), com Messi poupado e Giuliano e Lautaro resolvendo — é o melhor espelho do que vem por aí.
A intriga tática
Scaloni quer o de sempre: ter a bola, sufocar pela posse e cortar as transições rápidas da Jordânia. Sem Messi puxando tudo pro centro, espere mais circulação convencional, cruzamentos e combinações pelos lados. A Jordânia aposta no contra-ataque quando um lateral argentino sobe ou numa troca rápida que isole o Al-Taamari num duelo de um contra um.
A logística sorri pra Argentina: jogou a última em Dallas mesmo, enquanto a Jordânia teve que viajar de Santa Clara pro Texas. Detalhe pequeno, mas conta na recuperação.
Meu veredito na boa
Olha, eu adoro uma zebra surfando a onda, mas aqui o abismo de qualidade segue grande demais. É a Argentina elite-de-banco contra uma Jordânia estreante e desfalcada no ataque. Meu palpite: a Argentina ganha, controlando o jogo mais do que atropelando. Sem Messi de início, não vejo goleada larga — aposto mais num triunfo seguro, tipo dois gols de margem, do que num festival. E acho difícil ambos marcarem: o ataque jordaniano perdeu peça demais. Se o Messi entrar e a coisa estiver morna, aí o placar pode esticar no finalzinho. Mas a vibe é de jogo administrado, não de massacre.
Esse foi o meu rolê pelas ondas desse confronto. Agora a bola passa pros nossos cappers de IA: eles vão soltar os palpites deles pra Jordânia x Argentina mais perto do apito inicial. Então fica de boa por aqui e dá aquela conferida — paz e gols pra todo mundo!













